sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Bicho-preguiça



A preguiça, ou bicho-preguiça, é um mamífero da ordem Xenarthra (anteriormente chamada de Edentata ou Desdentada), a mesma dos tatus e tamanduás, pertencente à família Bradypodidae (preguiças com três dedos) ouMegalonychidae (preguiças com dois dedos).
Todos os dedos têm garras longas pelas quais a preguiça se pendura aos galhos das árvores, com o dorso para baixo. Seu nome advém do metabolismo muito lento do seu organismo, responsável pelos seus movimentos extremamente lentos. É um animal de pelos longos, que vive na copa das árvores de florestas tropicais desde a América Central até o norte da Argentina. Na Mata Atlântica, o animal se alimenta dos frutos da Cecropia (embaúba, conhecida por isto comoárvore-da-preguiça)
De hábitos solitátios, a preguiça tem como defesa sua camuflagem e suas garras. Para se alimentar, a Preguiça utiliza-se de "dentes" que se apresentam em forma de uma pequena serra. Herbívoro, tem hábitos alimentares restritos, o que torna difícil sua manutenção em cativeiro. Dorme cerca de 14 horas por dia, também pendurada nas árvores. Na reprodução dá apenas uma cria, e apenas a fêmea cuida do filhote. Reproduz-se, como tudo que faz, na copa das árvores. Raramente desce ao chão, apenas aproximadamente a cada sete dias para fazer as suas necessidades fisiológicas.

Tucano


O Tucano é famoso por ter um bico enorme e por ser uma ave maravilhosa que encanta adultos e crianças. Ele é inquieto e seu enorme bico intimida outros animais e atrai o seu parceiro sexual.
Não pense que o bico é pesado! Não é, não! Ele é formado de tecido ósseo esponjoso tornando o bico leve e não criando problemas para o seu equilíbrio.

Mas o que ele gosta mesmo é de se banhar na chuva. Também adora pular de árvore em árvore para conseguir alimento e abrigo para descansar ou se reproduzir.

Golfinho


Também chamado de "delfim", o golfinho é um mamífero perfeitamente adequado para viver no mar, podem mergulhar a bastante profundidade e se alimentam de peixes e sobretudo de lulas. Nos aquários aprendem a alimentar-se. Podem viver de 25 a 30 anos.
É possível treiná-lo e executar grande variedade de tarefas - algumas de certa complexidade. Outra característica que torna o golfinho interessante, é a sua capacidade de brincar. Nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas - alimentação, reprodução e proteção.
Viver em grupos e sua inteligência são traços característicos. Todos são nadadores privilegiados e, às vezes, saltam até cinco metros acima da água. Podem nadar a uma velocidade de 61 km/h.

Arara Azul

Arara Azul Grande
O Ibama acaba de criar um comitê de especialistas para cuidar especificamente dos assuntos relacionados à conservação e ao manejo da arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacintinus). Até hoje, esta arara (foto) dividia com outra do mesmo gênero - a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) - um único comitê. A espécie, também conhecida como arara-una, está ameaçada de extinção e deverá constar da nova lista vermelha do Ibama na categoria de vulnerável. Com um comitê exclusivo, a arara-azul-grande deverá receber mais atenção das instituições envolvidas no manejo e conservação da espécie.
Além do Ibama, que coordenará as ações do comitê, fazem parte do novo grupo a Sociedade de Zoológicos do Brasil (SZB) e a Sociedade Brasileira de Ornitologia (SBO). Entre os especialistas que discutirão as diretrizes para a arara-azul-grande, estão os biólogos Neiva Guedes ? coordenadora do Programa Arara-Azul, Yara de Melo Barros, do Ibama, Ricardo Bonfim Machado, da Conservation International e o ornitólogo Pedro Scherer Neto, do Museu Capão da Imbuia.
O comitê, de caráter consultivo, terá como uma das principais atribuições o estabelecimento de estratégias para estudo, manejo e conservação da arara-azul-grande com o objetivo de alcançar o estabelecimento de populações geneticamente viáveis da espécie. A meta é evitar que a arara atinja o mesmo grau de ameaça que já levou ao desaparecimento da natureza a ararinha-azul (Cyanopsitta spiixi) e reduziu a população de araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari) a cerca de 400 indivíduos em estado selvagem.
A arara-azul grande se destaca pela sua beleza e por ser o maior dos psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas, etc) existentes, chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda, com peso de 1,3 kg.

PRIORIDADES

A arara-azul-grande se tornou símbolo do Pantretal matrogrossense, graças, sobretudo, ao trabalho desenvolvido nos últimos anos pela equipe da bióloga Neiva Guedes, do Projeto Arara-Azul, que conseguiu reverter a trajetória de ameaça de extinção em que a ave se encontrava. Além dessa região, a arara-azul-grande também pode pode ser localizada nos estados de Tocantins, Pará, Maranhão e região norte da Bahia.
Todavia, a única população sobre a qual se tem maior conhecimento e controle é a que habita o Pantretal. Nas demais regiões de ocorrência da ave, o levantamento sobre as populações, bem como as pesquisas seus hábitos e sua ecologia estão apenas no começo. Os projetos de conservação para as araras dessa espécie nas respectivas regiões deverão ser uma das discussões mais imediatas do comitê.
Além disso, é preciso saber exatamente quantas aves dessa espécie estão em poder dos criadouros científicos e conservacionistas, para que se estabeleça uma política de manejo dessas aves em cativeiro. Assim como ocorre para outras espécies ameaçadas, a população cativa representa um patrimônio importante para pesquisas genéticas, de comportamento e mesmo para programas de reintroduções na natureza.

Tamanduá-bandeira

O tamanduá bandeira é um animal muito engraçado, que não possui dentes e se alimenta de formigas, cupins e larvas de besouro. Seu bico comprido faz com que ele pareça um aspirador. Ele chega a comer mais de 30.000 insetos por dia. Sua língua longa e coberta com uma saliva pegajosa facilita o seu trabalho na hora de se alimentar. Os insetos grudam nela com muita facilidade e rapidamente são engolidos.
O único momento em que o tamanduá bandeira é visto em companhia de algum animal de sua espécie, é na hora do acasalamento e da amamentação (no caso das fêmeas que têm um filhote por ano). Ele é totalmente solitário e fica dormindo a maior parte do dia em lugares escondidos e cobertos com a própria cauda.
Infelizmente, o tamanduá bandeira é um animal ameaçado de extinção. Estão querendo acabar com ele! Você sabe por que isso acontece? Porque o cerrado, que é seu habitat natural, está sendo destruído e também por causa das caças que os homens ficam planejando contra os pobrezinhos. Além de tudo isso, as queimadas também são fatais para os tamanduás, pois seu pêlo é altamente inflamável, pega fogo rapidamente.
É preciso, urgentemente, pensar em uma solução para evitar que o homem destrua todas as espécies de tamanduá bandeira que ainda existem. Uma solução seria sua criação em cativeiros, ou seja, cuidado pelo homem sem nenhuma liberdade. Mas isto é impossível no caso do tamanduá bandeira, pois não haveria a quantidade e o tipo de insetos de sua preferência. Ele iria se alimentar muito mal e ficaria muito fraquinho, correndo o risco de ficar doente toda hora. É uma pena!

Mico leão dourado


Vive em grupos familiares formados, em média, por seis indivíduos, mas pode variar desde dois até 14 indivíduos
O mico adulto pesa entre 550 a 600 gramas e mede cerca de 60 cm da cabeça até a ponta da cauda.
Não há qualquer diferença de cor de pelo ou tamanho entre o macho e a fêmea da espécie
Na natureza vivem em média, oito anos, mas podem chegar até 10 - 12 anos
Podem reproduzir uma ou duas vezes por ano (setembro a novembro – janeiro a març o), com gestação de 120 dias e normalmente produzem dois filhotes gêmeos.
Alimentam-se de frutos silvestres, insetos, pequenos vertebrados e, eventualmente, de goma de algumas árvores.
Cada grupo utiliza uma área que varia entre 50 ha a 100 ha que é defendida da entrada de outros grupos de micos.
São animais diurnos e à noite, dormem em ocos de árvores ou em emaranhados de cipós e bromélias.

onça-parda


Nesta espécie os machos medem da cabeça ao final do corpo 105 a 195.9 cm, com cauda de 66 a 78 cm, pesando de 67 a 103 kg. Já as fêmeas da cabeça ao final do corpo medem 96 a 151 cm, com cauda de 53 cm a 80 cm, pesando de 36 a 60 kg. Com ombro de 60 a 70 cm. Geralmente os animais menores são tropicais e os maiores de montanhas, alterando peso e coloração, classificando-os como subespécies.
Possuem corpo alongado, a cabeça pequena, pescoço e cauda longa, membros inferiores e posteriores muito fortes, orelhas pequenas, curtas e arredondadas, possui muita agilidade podendo pular cerca de 5,5 metros. O nado às vezes é essencial, mas não é preferência, o fazem quando a recompensa vale a pena. Noturnos e diurnos caçam a qualquer hora do dia com uma certa tendência ao horário de crepúsculo ou quando a fome aperta.
Alimentam-se, em natureza, de vários animais, inclusive veados dos gêneros Blastoceros, Hippocamelus e Mazama, mas também vários ungulados, castores, porcos-espinhos, lebres. Estima-se que a freqüência com que matam para comer varia de 01 veado a cada 03 dias, quando, uma fêmea adulta com filhotes e de 01 veado a cada 16 dias para 01 indivíduo adulto solitário. Na América do Sul os nascimentos acontecem entre fevereiro e junho.